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Santo do Dia

Santo Inácio de Loyola

1491-1556 – fundador – Inácio deriva de fogo.

Natural de Loyola, Espanha, fundou em 1528 a Sociedade de Jesus, aprovada pela Igreja em 1540. Antes de tornar-se padre, foi pajem na corte de Navarra e participou do cerco da fortaleza de Pamplona, quando caiu gravemente ferido. Este fato mudou sua vida. Ingressou na Universidade de Paris, onde com alguns companheiros fundou a Ordem dos Jesuítas. Mestre de espiritualidade, ficou famoso pelos Exercícios espirituais, prática religiosa que exerceu grande influência nos meios religiosos. É invocado com a seguinte oração:
Ó Deus, por meio de S. Inácio, fizestes surgir na vossa Igreja um caminho de espiritualidade e serviço e, ao longo da história, continuais chamando pessoas que possam contribuir para o anúncio e a construção do Reino. Concedei, por intercessão de S. Inácio de Loyola, que cada um de nós escute e siga sempre o vosso apelo. Permiti que, juntos, possamos comprometer nossa vida, como membros de uma Igreja toda voltada para o anúncio e a construção do vosso Reino entre os seres humanos.

Oração
Do Rochedo que nos sustenta

Deus, nosso Pai, a vós entregamos o passado: tudo o que foi escrito no livro de nossa vida. A vós, tudo o que fomos e fizemos. A vós a luz e sombras dos dias vividos; as alegrias e sofrimentos; os sucessos e desilusões. A vós tudo o que já é cinza de um fogo extinto. Tudo a vós pertence: o que já foi feito e o que não tem reparos. A vós, Senhor, o presente: este agora único, singular, irrepetível, em que nos sentimos vivos aqui e agora e podemos dizer sim ou não à vida. A vós o nosso despertar a cada manhã, o louvor dos ramos verdes, o fogo que ora arde, a flor que ora desabrocha, o fruto que ora amadurece, a claridade que alumia nossos passos. A vós nossa luta, nossa vontade de acertar, nossa sede de felicidade. A vós os barcos que ora partem, a ferida que ora sangra, o amor que ora nos consome ou o desamor que nos prende. A vós o futuro: o ainda não que só a vós pertence. A vós confiemos o novo, o desconhecido, o que nos apavora, pois a vós tudo é sabido e nada é oculto. Estais no começo, no meio e no fim de nossos dias (cf. Sl 139,4ss). A vós entregamos o nosso ainda não que para vós já é presente: (...) a vossos olhos um dia é como mil anos e mil anos como um dia. Ficai conosco, Senhor! Nem ontem, nem hoje, nem amanhã, nada abale nossa confiança em vós, pois sois o nosso livramento.

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